CRIANÇAS NASCIDAS PEQUENAS

Crianças nascidas pequenas para a idade gestacional (PIG) têm a prevalência variando entre 9 a 15% nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil.
As possíveis causas de nascimento PIG podem ser condições patológicas da mãe, como Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial Sistêmica, tabagismo, uso de drogas ilícitas, doenças placentárias, ou doenças fetais, como cardiopatias congênita, mal formações, síndromes genéticas, dentre outras.

Após o nascimento, o prejuízo do crescimento é recuperado na maioria das crianças até os 2 anos de idade. A altura se recupera mais precocemente, muitas vezes já aos 5 meses, com o peso demorando um pouco mais.

No entanto, em cerca de 10% das crianças não ocorre essa recuperação, principalmente entre as crianças nascidas prematuras, aquelas com síndromes genéticas, aquelas com retardo de crescimento intra-uterino mais grave, com comprimento menor que dois desvios-padrão, ou com baixa estatura familiar. Este é o momento de procurar o endocrinologista pediátrico para avaliar a necessidade de um tratamento.

O tratamento é realizado com o hormônio de crescimento (GH). E este deve ser iniciado precocemente caso haja indicação (nos EUA se recomenda logo aos 2 anos, e na Europa a recomendação é aos 4 anos).

Além do crescimento, as crianças nascidas pequenas para a idade gestacional devem ser avaliadas também do ponto de vista metabólico, uma vez que já sabemos que há risco maior de resistência insulÍnica e obesidade.

Portanto é fundamental o seguimento contínuo com o pediatra, e avaliações também com o endocrinologista pediátrico.

CRIANÇAS NASCIDAS PEQUENAS

Crianças nascidas pequenas para a idade gestacional (PIG) têm a prevalência variando entre 9 a 15% nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil.
As possíveis causas de nascimento PIG podem ser condições patológicas da mãe, como Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial Sistêmica, tabagismo, uso de drogas ilícitas, doenças placentárias, ou doenças fetais, como cardiopatias congênita, mal formações, síndromes genéticas, dentre outras.

Após o nascimento, o prejuízo do crescimento é recuperado na maioria das crianças até os 2 anos de idade. A altura se recupera mais precocemente, muitas vezes já aos 5 meses, com o peso demorando um pouco mais.

No entanto, em cerca de 10% das crianças não ocorre essa recuperação, principalmente entre as crianças nascidas prematuras, aquelas com síndromes genéticas, aquelas com retardo de crescimento intra-uterino mais grave, com comprimento menor que dois desvios-padrão, ou com baixa estatura familiar. Este é o momento de procurar o endocrinologista pediátrico para avaliar a necessidade de um tratamento.

O tratamento é realizado com o hormônio de crescimento (GH). E este deve ser iniciado precocemente caso haja indicação (nos EUA se recomenda logo aos 2 anos, e na Europa a recomendação é aos 4 anos).

Além do crescimento, as crianças nascidas pequenas para a idade gestacional devem ser avaliadas também do ponto de vista metabólico, uma vez que já sabemos que há risco maior de resistência insulÍnica e obesidade.

Portanto é fundamental o seguimento contínuo com o pediatra, e avaliações também com o endocrinologista pediátrico.